TRÓPICES

"NENHUM SOLDADO GANHA A GUERRA DANDO A VIDA PELO SEU PAÍS, MAS SIM FAZENDO COM QUE O INIMIGO DÊ A VIDA PELO SEU" (GEORGE SMITH PATTON)




UM SITIO PARA UM GRUPO RESTRITO DE USUÁRIOS.



SEMPRE PRONTO...






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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

GROM

GROM
Trovão!!! É o que a sigla da unidade de forcas especiais do exercito da Polonia quer dizer apesar do nome da unidade ser traduzido em Grupo de Reação Operacional Móvel. Esta é a principal força do país encarregue de missões de Contra-Terrorismo, “Direct Action”, Guerra Não-Convencional e proteção de dignitários, sendo assim similar ao SAS britânico e à Delta americana.
Criada em 1990, hoje imagina-se que seja composta por cerca de 300 membros que possuem o tipo de treinamento e equipamento tidos como padrão para esse tipo de unidade no ocidente, apenas soldados profissionais são considerados para a seleção nos moldes da SAS. Desde de 1994 já participaram de operações no Haiti protegendo dignitários, inclusive o secretário-geral da ONU, ex-Iugoslávia aonde capturaram vários criminosos de guerra, Afeganistão realizando reconhecimento de longa distancia e no Iraque junto com US Navy SEALs tomaram varias plataformas e estações portuárias antes da invasão em 2003.
Os homens do GROM são considerados entre os melhores que as unidades ocidentais tem a oferecer e continuarão a protegee os interesses da Polônia em redor do mundo. O seu lema é: “Pela Pátria!”

terça-feira, 3 de agosto de 2010

FORÇAS ESPECIAIS INGLESAS.

SAS

Serviço Aéreo Especial (SAS) (inglês: Special Air Service) é uma força especial britânica, conhecida pela sua alta capacidade em condições extremas. É considerada a primeira "SOF - Special Operation Force" e criadora das operações tipo "Destrua e Fuja". De todas as Forças Especiais ela é uma das mais respeitadas do mundo.
O SAS é a mentor de várias forças especiais do mundo como: Força Delta, Sayeret Matkal, GSG 9, GOE, Special Air Service Regiment, KSK, GIGN e etc

Estrutura:
O SAS tem um regimento regular, o 22 Regimento, e os Regimentos 21 e 23 da força de reserva territorial. Os regimentos de reserva só não recebem treinamento antiterror e o treinamento é mais arrastado. Geralmente atuam como "inimigos" nos treinamentos de tropas convencionais


SBS

O Special Boats Service (SBS) é uma unidade das Forças Armadas do Reino Unido, pertencente à Marinha do Reino Unido. É uma força especial britânica junto com o Serviço Aéreo Especial do exército, e o Regimento Especial de Reconhecimento e o Grupo de Suporte às Forças Especiais que pertence as três forças (Marinha, Aeronautica e Exército). Para integrá-la, os seus integrantes são selecionados dos Royal Marines Commandos (Reais Fuzileiros Navais) e são treinados pelo 22 SAS. Têm como equivalente os US Navy Seals (EUA), Shayetet 13 (Israel) e o Grupamento de Mergulhadores de Combate (Brasil).



sábado, 15 de maio de 2010

FORÇAS ESPECIAIS DE FRANCESAS.

Legião Estrangeira
 A Legião Estrangeira é uma força de combate única no gênero. Tecnicamente um corpo mercenário, a Legião tem demonstrado a seu pagador, a França, devoção e lealdade sem precedentes nesse tipo de exército. O fator responsável pela sua existência até hoje é uma tradição de mais de 150 anos de lutas. Pertencer à Legião Estrangeira significa estar entre os mais resistentes soldados do mundo. A própria organização tem cultivado uma imagem de disciplina e de coragem em combate. Isso, associado às muitas distinções obtidas, conferiu à Legião tal prestígio que nunca lhe faltam candidatos.


Treino básico do legionário
O treino básico é conduzido pelo 4º Regimento da Legião Estrangeira e tem uma duração de 15 semanas:
Treino inicial de 4 semanas — iniciação ao estilo de vida militar; actividades de campo; aprendizado das tradições da Legião Estrangeira;
Marcha do "quepe branco" e cerimonia de graduação — 1 semana;
Treino técnico e prático, alternando entre quartel e campo — 3 semanas;
Treino em montanha (chalé Formiguère na região dos Pireneus franceses) — 1 semana;
Novo treino técnico e prático, alternando entre quartel e campo — 2 semanas;
Exames e obtenção do certificado técnico elementar — 1 semana;
Marcha do final do treinamento básico — 1 semana;
Escola de veículos pesados e camiões — 1 semana;
Retorno a Aubagne antes da partida para o regimento onde irá servir — 1 semana.

Unidades
A Legião divide-se em regimentos de dez companhias, algumas especializadas (reconhecimento, morteiros, blindados leves, e outras).
1e. Régiment Étranger (1º Regimento Estrangeiro), em Aubagne, França.
4e. Régiment Étranger (4º Regimento Estrangeiro), em Castelnaudary, França.
5e. Régiment Étranger (5º Regimento Estrangeiro), na Polinésia francesa, no sul do oceano Pacífico (esta unidade foi dissolvida em 30 de junho de 2000).
1e. Régiment de Étranger Cavalerie (1º Regimento de Cavalaria Estrangeiro), em Orange, França.
2e. Régiment d'Infanterie de Étranger (2º Regimento de Infantaria Estrangeiro), em Nimes, França.
3e. Régiment d'Infanterie de Étranger (3º Regimento de Infantaria Estrangeiro), em Kourou, Guiana francesa.
2e. Régiment de Étranger Parachutistes (2º Regimento de Pára-quedistas Estrangeiro), em Calvi, ilha da Córsega.
1e. Régiment de Étranger Génie (1º Regimento Estrangeiro de Engenheiros de Combate), em Laudun, França.
2e. Régiment de Étranger Génie (2º Regimento Estrangeiro de Engenheiros de Combate), em Marseille, França.
13e. Démi-brigade de la Légion Étrangère (13ª Meio-brigada da Legião Estrangeira), em Djibouti, África.
Détachement de la Légion de Étrangère de Mayotte (Destacamento da Legião Estrangeira de Mayotte), em Dzaoudzi, ilha de Mayotte.
O regimento mais conhecido é o 2º Regimento Estrangeiro de Pára-quedistas, com quatro companhias de
combate, que se orgulha de poder montar uma operação para qualquer parte do mundo em apenas 24 horas.



Lema
O lema da Legião é: "Legio Patria Nostra" (A Legião é nossa pátria).

MAIS SOBRE A LEGIÃO
 
 
 
COMMANDO HUBERT
 
O Commando Hubert (Commando d'Action Sous-Marine Hubert) é uma unidade de mergulhadores de combate da Marinha francesa, subordinado ao COFUSCO. A unidade é encarregada de realizar operações especiais de apoio marítimo a Marinha francesa e serviços de inteligência, principalmente para o DGSE (Direction Générale de la Sécurité Extérieure - o serviço secreto francês para operações no estrangeiro).


COMMANDOS MARINE
Os Commandos foram criados para responder as necessidades francesas de intervenção em ambiente marítimo, quer por água ou por assalto anfíbio e pelos MERGULHADORES DE COMBATE. O Commando Marine é formado por 1.700 homens. As suas missões são realizadas em 80% para o Comando de Operações Especiais (COS). O resto das suas atribuições são feitas para o benefício de tais serviços como proteção das fronteiras marítimas ou ações de segurança do Estado. Eles protegem os navios franceses em comboio e realizam abordagem de navios suspeitos. Eles também devem proteger o território da pesca, que é reservado para a marinha mercante francesa.

VIDEOS
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GIGN

O GIGN (Groupe d'Intervention de la Gendarmerie Nationale) é um dos melhores e mais ativos grupos de operações contra-terrorismo do mundo. Entre 1974 e 1985, eles participaram de mais de 650 operações que livraram mais de 500 reféns e eliminaram dúzias de terroristas. Mais de 1.000 criminosos foram presos. Neste mesmo tempo, eles sofreram nove baixas (sete em treinamento e duas em operações) e dúzias de feridos graves (nove ficaram feridos no assalto ao avião da Air France, vôo AF8969). O GIGN é o principal elemento de luta contra o terrorismo da França com base perto de Paris em Satory (Versailles) e a sua centro de treinamento e instrução em Camp de Frileuse em Beynes. Por causa da sua vasta experiência, são freqüentemente incorporados como membros de outras forças especiais, inclusive estrangeiras, tais como a Delta Force e o GSG-9. Num dos casos mais conhecidos, membros do GIGN aconselharam a Guarda Nacional Saudita antes do seu assalto contra os terroristas que estavam na Grande Mesquita em Meca.
O que ajudou a congregar muitas nacionalidades foi a ênfase dada à lealdade, não a um país, mas à Legião. Desde o princípio do treino, cada novo recruta é iniciado na história e nos costumes da Legião, que vão além do simples orgulho de pertencer ao regimento, assumindo uma aura próxima à devoção religiosa. O único "país" de muitos dos legionários, ela adotou o lema Legio patria nostra ("A Legião, nossa pátria"), que assegurou sua autonomia enquanto instituição, tanto em relação à França como nação quanto em relação especificamente às Forças Armadas francesas. Certa ocasião, no Marrocos, o marechal Lyautey estava inspecionando um batalhão de legionários. Ele parou à frente de um homem e perguntou: "E qual é a sua nacionalidade?" A resposta não se fez esperar: "Légionnaire, mon Général!"
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

FORÇAS ESPECIAIS DA ALEMANHA

GSG9
GSG 9 der Bundespolizei (anteriormente era uma abreviatura em alemão para Grenzschutzgruppe 9, ou em português: Grupo 9 da Guarda de Fronteira) é a unidade de resposta contraterrorista da Policia Federal Alemã (Bundespolizei), considerada uma das mais eficientes do mundo.
Depois da falha histórica da policia alemã que deu origem ao Massacre de Munique houve uma reforma na organização baseada nos modelos das forças operacionais especiais inglesas como o SAS, mas principalmente nas forças especiais israelenses - Sayeret Matkal no inicio - que originaram então o grupo, que seria designado para lidar com situações semelhantes, vindo a ser aos dias de hoje, uma das forças-tarefa policial mais eficiente e reconhecida do mundo.
A conexão criada nesse periodo de treinamentos com os israelenses foi tão forte que se mantém até os dias de hoje. Atualmente, por exemplo a Unidade Especial de Policia da Guarda de Fronteira Israelense - Yamam/Magav - uma unidade experiente que raramente treinam com unidades estrangeiras, mantém um estreito intercâmbio de treinamento com a GSG 9.


KSK
O Kommando SpezialKräfte (KSK) é uma unidade de operações especiais do Exército alemão.
Criado entre 1994 e 1995, aproximadamente 20 soldados foram treinados no outono de 1996, e a unidade estava completamente operacional em abril de 1997. De acordo com relatórios, o impacto de ver 11 cidadãos alemães serem salvos por forças estrangeiras (pára-quedistas belgas e franceses) em Ruanda em 1994, porque não havia nenhuma unidade alemã capaz de realizar tal operação foi o principal fator para se criar o KSK. Para completar o seu efetivo foram retiradas uma Companhia de Commado de cada uma das três Brigadas Aerotransportadas, juntamente com o reforço das 2 Companhias de Reconhecimento de Longo Alcance (a 3ª foi desmobilizada). A unidade planeja ser completamente operacional quanto atingir a dotação de 1.000 operadores completamente treinados.
O KSK é responsável por operações atrás das linhas inimigas, reconhecimento de longo alcance, ataques estratégicos, operações anti-terroristas, resgate de reféns ou evacuação de cidadãos alemães em áreas de risco no estrangeiro em cooperação com nações aliados e especialmente com a OTAN.
A unidade também está preparada para realizar operações C-SAR. o KSK é moldado de acordo com o SAS. Apesar de sua capacidade resgate de reféns o KSK é uma unidade militar, com missões militares, e não outra GSG-9. O KSK poderá ser ser deslocado para onde o GSG-9 não pôde (pelo menos oficialmente), entretanto isso já aconteceu (o resgate de um avião da Lufthansa no Aeroporto de Mogadishu, Somália em outubro de 1977, por exemplo). Mesmo assim o KSK mantém uma equipe de Resgate de reféns pronta para auxiliar a polícia alemã sempre que necessário. O KSK será também usado proteger ou projetar os interesses internacionais da Alemanha. Suas missões são bem semelhantes as desempenhadas por unidades estrangeiras afins como o SAS, Força Delta ou as US Special Forces.


KANPFSCHWIMMER
Kampfschwimmer é uma unidade de operações especiais da Marinha da Alemanha. Foi criada quando a Alemanha ingressou na OTAN, em 1958.

Desde 1974, o Kampfschwimmer estão estacionados na base naval de Eckernförde perto de Kiel. Em Outubro de 1994 estavam subordinados ao Flotilha of Mine Warfare. Em Eckernförde um grupo de mergulhador de combate foi criado, que consiste numa  força de desminagem maritima e uma Companhia de Comandos mergulhadores. Alegadamente, o grupo de mergulhadores  tem 250 homens. A Companhia de Comando frogmen tinha, de acordo com a força e registos dos equipamentos, 3 grupos, cada um com 16 homens.


Em 2001, o Waffentauchergruppe (Grupo Armado Diver ") tornou-se o Bataillon Spezialisierter Kräfte (" Batalhão de Forças Especializadas ").
Por uma transformação em 2003, as de: spezialisierte Einsatzkräfte Marine ( "especializado da Força Tarefa da Marinha") foi formado. O M SEK foi dividido mais adiante no Swimmer Combat Company, uma força mina mergulhador de apuramento, e duas forças para a marinha de empregos especiais (por exemplo, a bordo dos navios), um grupo de inspeção e formação, e os elementos de maior apoio

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

FORÇAS ESPECIAIS PORTUGUESAS

PÁRA-QUEDISTAS (BOINAS VERDES)
Tropas Paraquedistas de Portugal é a designação genérica das tropas, das Forças Armadas Portuguesas, treinadas e equipadas para a realização de operações militares aerotransportadas, especialmente aquelas em que são realizados saltos de paraquedas. Actualmente, as Tropas Paraquedistas estão integradas no Exército Português e incluem Infantaria paraquedista, precussores aeroterrestres, dobradores de paraquedas e operadores de abastecimento aéreo. Existem também militares paraquedistas especialistas em Cavalaria, Artilharia, Engenharia, Transmissões e serviços.
Até 2006, as Tropas Paraquedistas constituíam um corpo militar com uma estrutura integrada e comando unificado, primeiro, dentro da Força Aérea (Comando do Corpo de Tropas Pára-quedistas) e, depois, dentro do Exército (Comando de Tropas Aerotransportadas). Essa estrutura e a autonomia administrativa, operacional e de formação que daí advinha, tornava os Paraquedistas quase num ramo independente das Forças Armadas. Desde 2006 deixou de haver uma estrutura e comando unificado das Tropas Paraquedistas, estando, no entanto, todas as unidades paraquedistas dependentes da Brigada de Reacção Rápida.
A Companhia de Precursores é uma unidade de elite que está organicamente colocada no BAAT (Batalhão Aeroterrestre), da Escola de Tropas Pára-quedistas. A Companhia de Precursores Aeroterrestres (CPrecs) constitui encargo operacional da Brigada de Reacção Rápida (BRR), e um elemento chave vocacionado para a infiltração aérea, através da queda livre operacional.
MISSÃO:
- Reconhecer e operar Zonas de Aterragem de aeronaves de asa fixa e móvel, e de Lançamento de pára-quedista, estabelecendo as ajudas necessárias à navegação e às comunicações de controle de tráfego aéreo, em condições de ambiente hostil e austero;
- Efectuar reconhecimentos em proveito do Comando da operação aerotransportada;
- Efectuar operações de acção directa de carácter limitado

 


RANGERS


O Centro de Tropas de Operações Especiais (CTOE), (antigo Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE)), sediado na Cidade de Lamego, é uma unidade territorial do Exército Português destinada a formar tropas na área das Operações Não Convencionais.
O CTOE engloba como sua sub-unidade, a Força de Operações Especiais, composto por unidades de operações especiais especializadas em acções directas e indirectas.
O CTOE foi criado em 16 de Abril de 1960, a partir do Regimento de Infantaria Nº 9, que havia sido transferido para Lamego em 1839, com o objectivo de formar unidades especializadas em contra-guerrilha, operações psicológicas e montanhismo. Para lá são enviadas companhias especialmente seleccionadas de vários regimentos que, depois de instruídas, são transformadas em Companhias de Caçadores Especiais. Essas companhias foram a principal força de intervenção do Exército Português, no início da Guerra do Ultramar.
Mais tarde foi decidido deixar de formar unidades especializadas em operações especiais e passar a dar essa instrução a militares especialistas, que depois são distribuidos por todos os batalhões do exército.





COMANDOS
Os Comandos são uma força de elite do Exército Português com treino avançado para a realização de operações ou manobras que envolvam alto risco e baixo índice de sucesso, que poderiam ser apenas realizados por uma infantaria altamente qualificada.
A instituição nasceu como força especial de contra-guerrilha, correspondendo à necessidade do Exército Português de dispor de unidades especialmente adaptadas a este tipo de guerra com que, em 1961, se viu enfrentada, durante a guerra colonial portuguesa.
A força destinava-se a:
Realizar acções especiais em território português ou no estrangeiro;
Combater como tropas de infantaria de assalto;
Dotar os altos comandos políticos e militares de uma força capaz de realizar operações irregulares


CORPO DE FUZILEIROS
O Corpo de Fuzileiros são tropas especiais da Marinha Portuguesa, estando vocacionado para a realização de operações anfíbias, reconhecimento costeiro, abordagem em alto mar, segurança de navios de guerra e defesa de instalações navais.
Os Fuzileiros Navais Portugueses têm origem directa na mais antiga unidade militar permanente de Portugal, o Terço da Armada da Coroa de Portugal, criado em 1621. De notar, no entanto, que já desde 1585 existiam tropas especializadas para guarnecer a artilharia e a fuzilaria nos navios de guerra portugueses. O Terço da Armada foi logo considerado uma unidade de elite, ficando inclusive responsável pela guarda pessoal do Rei de Portugal.
Como unidades operacionais, aquarteladas na Base de Fuzileiros, existem:
Batalhão de Fuzileiros Nº1;
Batalhão de Fuzileiros Nº2;
Unidade de Polícia Naval;
Destacamento de Acções Especiais;
Companhia de Apoio de Fogos;
Companhia de Apoio de Transportes Tácticos.


O Destacamento de Acções Especiais (DAE) da Marinha Portuguesa é uma força de elite criada em 1985 e vocacionada para a realização de operações especiais em ambiente marítimo ou costeiro, pelos interesses de Portugal. O DAE depende directamente do Comando do Corpo de Fuzileiros sendo os seus militares recrutados de entre os membros daquele corpo. O DAE caracteriza-se pelo seu elevado nível de secretismo em relação às suas actuações, organização interna e elementos constituintes.

A actividade do DAE é altamente confidencial. A unidade está preparada para a realização de operações de resgate, incursões em território hostil, reconhecimento, sabotagem e outras. Sabe-se que tem participado em operações de combate ao narco-tráfico e contra-terrorismo em alto mar. Existem também rumores da sua participação em operações clandestinas no interior de países estrangeiros.
A sua acção mais conhecida foi a participação na força naval e anfíbia portuguesa que procedeu à protecção e evacuação de cidadãos estrangeiros durante os confrontos civis na Guiné-Bissau em 1998. Posteriormente o DAE assegurou a segurança dos diplomatas portugueses que se deslocaram ao interior daquele país para procederem à mediação do conflito entre as forças governamentais e revoltosas. Mais recentemente (2006), o DAE participou na missão da EUROFOR RD Congo (Força Militar da União Europeia), onde esteve integrado na Componente de Operações Especiais constituida, além do DAE, por Unidades de Operações Especiais da Suécia e de França. Nessa missão esteve envolvida em várias acções militares na República Democrática do Congo.

FORÇAS ESPECIAIS DOS E.U.A

DELTA FORÇE
Força Delta ou o 1º Destacamento Operacional de Forças Especiais, ou em língua inglesa: US Army 1st Special Forces Operational Detachment , é uma das unidade de elite das forças especiais dos Estados Unidos, oficialmente, a unidade é usada em contra terrorimo e é altamente treinada, popularmente chamada Força Delta, faz parte do quadro dos Boinas Verdes.
Está sediada em Fort Bragg, estado da Carolina do Norte. Oficialmente esta unidade é chamada no Pentágono de "Grupo de Aplicações de Combate" (Combat Applications Group). É a unidade mais sofisticada em campo que o exército norte americano dispõe.
O seu principal objectivo desde sua criação é agir como uma força de antiterrorismo, para isso foi formada no padrão do Special Air Service Britânico(SAS) que é o mais utilizado entre as Forças Especiais ao redor do mundo. A Força Delta treina continuadamente com o SAS, SASR e Sayeret Matkal, também com outras forças especiais de aliados.
A Força Delta é considerada secreta pelo pentágono,raramente divulgada pelo governo americano, que inclusive não divulga nomes e baixas dessa unidade.


US NAVY SEALS
Os United States Navy Sea, Air and Land, mais conhecidos como US NAVY SEALS, é uma Força de Operações Especiais da Marinha dos Estados Unidos, especializados na guerra não convencional, de acção direta, antiterrorismo e reconhecimento. Em Portugal temos o DAE que é uma unidade equiparada aos Navy Seals.
Os Navy Seals foram criados em 1962, por ordem do presidente John F. Kennedy. Desde então tem assumido um papel importante no teatro de operações de Forças Especiais dos Estados Unidos. Entre os analistas militares, há muitos que dizem que são a melhor Força Especial do mundo, mas aí entra em discussão outras unidades como: 1SFOD-D ou Força Delta, SAS, SASR, Sayeret Matkal e Shayetet 13.
A Organização é dividida em 10 grupos, sendo que cada um tem responsabilidade por uma área no mundo,com exceção do SEALS TEAM SIX ou DEVGRU, que seria uma espécie de Força Delta dos Seals que tem como missão primordial o combate ao terrorismo no campo naval, empregando táticas de Close Quarters Battle.
O Naval Special Warfare Development Group (NSWDG), vulgarmente conhecido como DEVGRU ou SEAL Team Six (ST6), é uma subunidade secreta dos Navy Seals da Marinha expecializada em Contra-Terrorismo e Missões de caracter Especial. O DEVGRU são a ex-SEAL Team Six. A grande maioria das informações que cercam o DEVGRU é altamente classificada e os detalhes de suas actividades não são comentados tanto pela Casa Branca como pelo Departamento de Defesa.



U.S RANGERS
Os Rangers (em inglês: United States Army Rangers, 75th Ranger Regiment), constituem uma tropa de elite do Exército americano extremamente importante. Aptos a realizarem ataques a qualquer tipo de região, são o grupo de elite mais respeitado do mundo.
O regimento está dividido em três batalhões, cada um com 580 elementos, que por sua vez possui três companhias com 152 homens, mais uma companhia de QG. Cada companhia tem um pelotão de QG, três de rangers e um de armas.
Os batalhões de Rangers estão preparados para partir, em missão, para qualquer ponto do mundo com um pré-aviso de 18 horas e uma companhia deve estar sempre de prevenção e pronta para entrar em ação no espaço de nove horas. As missões dos Rangers podem ser levadas a cabo a partir do território dos Estados Unidos da América, ou a partir de uma base intermédia.
Os Rangers são ativos importantes e fundamentais para que o Exército Americano possa atingir com eficácia suas metas, além de um respeitoso diferencial competitivo, levando-se em consideração seu poder de combate.
Durante o século XIX os rangers formavam uma espécie de polícia. Eram os equivalentes a Polícia Militar, apesar de poderem atuar como representantes da lei em qualquer lugar do estado ou território americano. Cada território e cada estado americano tinha sua Corporação dos Rangers.
Desses, os mais famosos foram os Texas Rangers, popularizados em vários textos sobre o Velho Oeste.


GREEN BERETS
Boinas Verdes (em língua inglesa, "Green Berets") é a denominação popular das United States Army Special Forces (em língua portuguesa, "Forças Especiais do Exército dos Estados Unidos"). 
Esse corpo militar foi criado em 1952, no contexto da Guerra da Coréia, constituindo-se na primeira das forças especiais do país. Teve larga utilização posteriormente, durante a Guerra do Vietnã.
Tem como lema "De oppresso liber", que significa "Para libertar do opressor", inspirada na máxima latina, "se tiver um opressor, e não me der liberdade, então lutarei".
Usam uma boina na cor verde, que chegou a ser proibida, pois confundia os militares estadunidenses. Entretanto, em 1961 o então presidente John F. Kennedy, deu autorização para que apenas as Forças Especiais as usassem.




UNITED STATES MARINE CORPS
O Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos (em inglês: United States Marine Corps; abreviação oficial: USMC) é um ramo das Forças Armadas dos Estados Unidos. Embora o Corpo de Fuzileiros Navais inicialmente servisse somente na segurança de navios da Marinha americana e em táticas anfíbias de guerra, o Corpo de Fuzileiros Navais evoluiu gradualmente até se tornar numa força militar individualizada, com múltiplos objetivos nas forças armadas americanas.
O Corpo de Fuzileiros Navais, com seus 172 mil fuzileiros navais na ativa e mais 40 mil na reserva, é o maior Corpo de Fuzileiros Navais do mundo, que incluem também o Exército, a Marinha, a Força Aérea e a Guarda Costeira. Apenas a Guarda Costeira é menor. Em termos absolutos, porém, o Corpo de Fuzileiros Navais é maior do que as forças armadas de muitos países; é maior, por exemplo, do que o Exército Britânico.
Tanto o Corpo de Fuzileiros Navais quanto a Marinha americana são administradas e controladas pelo Departamento da Marinha dos Estados Unidos. Apesar de serem dois órgãos militares distintos, o Corpo de Fuzileiros Navais e a Marinha trabalham em estreita colaboração.

FORÇAS ESPECIAIS DE ISRAEL.

YAMAM
A Yamam (em hebraico: ימ"מ), é abreviatura de Unidade Especial de Polícia (יחידת משטרה מיוחדת, Yeḥidat Mishtara Meyuḥedet), unidade de elite do combate ao terrorismo da Guarda de Fronteira Israelense (Magav). A Yamam é respeitada mundialmente por ser altamente profissional e apresentar um largo histórico de sucesso operacional. É uma força paramilitar especializada em operações de resgate de réfens, e, ofensivas contra alvos em áreas civis. Sua acção militar é parecida com a SWAT mas age também em acções infiltradas.
A Yamam responde ao Comando da Guarda de Fronteira, e pertence ao braço civil das forças de segurança de Israel. Mesmo assim, todos seus oficiais são militares com experiência nas Forças de Defesa de Israel, e todos seus membros foram operadores das forças especiais israelenses.
Os soldados da Yamam treinam em todas as àreas militares, de forma que o grupo nunca fique deficiente numa determinada diligência. Eles tem que ser peritos em tiro de precisão, combate em locais urbanos, missões de reconhecimento urbano e de campo militar, destivação de engenhos explosivos , e etc. Além de treinar rapel, queda livre militar, e mergulho autonômo.
A Yamam desenvolveu as técnicas de Krav Magá e CQB que ficaram mundialmente populares, chamada de Kapap. Atualmente o GSG 9, BOPE e a GIGN utilizam essas técnicas no seu treino.


SHAYETET 13
Os Shayetet 13 (em hebraico: שייטת 13, lit. "Frota 13") é uma unidade de forças especiais da marinha das Forças de Defesa de Israel. A unidade, conhecida como S'13 é considerada uma das três principais unidades de forças especiais em Israel, juntamente com as unidades Sayeret Matkal - a unidade de reconhecimento do estado-maior - e Shaldag - os comandos da força aérea. A S'13 é a unidade especializada em resgate de reféns e missões de contra-terrorismo no mar. Apenas algumas missões do Shayetet 13 foram tornadas públicas ou creditadas publicamente pelo governo israelense à unidade.


SAYERET MATKAL
A Sayeret Matkal, em português significa: Unidade de Reconhecimento Geral. É a "Unidade Elite" da Forças Especiais das Forças de Defesa de Israel, é considerada uma das melhores do mundo, e segundo ex-membros de outras forças especiais como: Seals, Força Delta e GIGN, é tida como a mais qualificada em antiterrorismo pela nótavel experiência que equipara-se aos lendarios S.A.S (Special Air Service) da Grã-Bretanha. Desde a sua criação é levada muito a sério pelo governo que não libera informações sobre a unidade. Esta unidade esteve na operação Cólera de Deus que é retratado no filme Munich de Steven Spielberg; e também atuou na Operação Entebbe que por muitos especialistas é considerada a missão de resgate mais complexa e perfeita de todos os tempos, nesta operação o tenente coronel Jonathan Netanyahu foi morto por uma rajada de metralhadora, ele é irmão de Benjamin Netanyahu ex-primeiro ministro israelense . A Sayeret densenvolve milhares de táticas e treina constantemente em tempos de paz, com outras forças especiais de mesmo nível: SAS, GSG 9 e etc.


SHALDAG
Shaldag (em hebraico: יחידת שלדג, Yehidat Shaldag; Inglês: Kingfisher Unit) (também conhecido como Unidade de 5101) é uma elite da Força Aérea Israel (IAF) de comando. As missões de Shaldag são para implantar detectados em combate e em ambientes hostis à conduta de reconhecimento especial, estabelecer zonas de assalto ou aeródromos e, simultaneamente, realizar o controle de tráfego aéreo e as acções de comando. A unidade tem um efectivo de 40-50 soldados que trabalham em equipas de 8-9 homens.
Shaldag foi fundada em 1974, no rescaldo da Guerra do Yom Kippur, por Muki Betzer, um veterano Sayeret Matkal que trouxe vários veteranos Matkal com ele. Inicialmente operando como uma unidade de reserva da Sayeret Matkal, que acabou por ser transferido para a Força Aérea de Israel.

VIDEOS DAS FORÇAS ESPECIAIS DE ISRAEL:
http://www.youtube.com/watch?v=OG9JkgAw8RI
http://www.youtube.com/watch?v=2NkbYnuX0Zw

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

PÁRA-QUEDISTAS PORTUGUESES.

A NOSSA HISTORIA:
A unidade foi prevista aquando da promulgação da Lei 2005 (artº nº9) de 27 de Maio de 1952, a mesma que criava a Força Aérea Portuguesa como ramo independente das Forças Armadas. Com o artº 20 do Decreto-lei nº 40395 de 1955 (Regulamento para a Organização, Recrutamento e Serviço das Tropas Pára-quedistas) é autorizado, pela primeira vez na história dos uniformes das Forças Armadas Portuguesas, o uso de uma boina como cobertura de cabeça. Às tropas pára-quedistas foi designada a cor verde, o que lhes valeu a alcunha de Boinas Verdes.
Em 1956, é criado o Batalhão de Caçadores Paraquedistas da Força Aérea, onde é integrado o núcleo inicial de militares paraquedistas. O batalhão é aquartelado em Tancos, que se torna - desde então e até à actualidade - no centro de paraquedismo militar português. Vizinha ao quartel dos paraquedistas, fica a Base Aérea de Tancos onde a Força Aérea cria a unidade de transporte e treino de tropas paraquedistas, equipada com aviões Junkers Ju-52
Com o início da Guerra do Ultramar, o Batalhão de Caçadores Paraquedistas envia companhias de caçadores paraquedistas, primeiro para Angola e depois para a Guiné Portuguesa e Moçambique. As tropas paraquedistas tornam-se a principal força de intervenção das Forças Armadas Portuguesas, nos primeiros tempos da guerra, juntamente com algumas companhias de caçadores especiais do Exército. Ao mesmo tempo que o Batalhão de Caçadores Paraquedistas sobe de escalão, sendo transformado em regimento, as suas companhias destacadas em África dão origem a batalhões independentes. Em 1961 são criados o Batalhão de Caçadores Pára-quedistas nº 21, em Luanda (Angola) e o BCP 31, na Beira (Moçambique), em 1966 é criado o BCP 12, em Bissau (Guiné) e, em 1968, é criado o BCP 32 em Nacala (Moçambique).
No âmbito da reestruturação das Forças Armadas Portuguesas é decidida a fusão das Tropas Paraquedistas e das tropas de Comandos num único corpo militar que ficaria na dependência do Exército Português. A 1 de janeiro de 1994, o Corpo de Tropas Paraquedistas é transformado no Comando de Tropas Aerotransportadas do Exército, com uma estrutura territorial semelhante ao anterior. O Regimento de Comandos é extinto, sendo os seus militares habilitados como paraquedistas integrados no CTAT e, os restantes, dispersos por diversas unidades. Uma maior transformação dá-se na força operacional. A antiga Briparas é transformada na nova Brigada Aerotransportada Independente, que, além de três batalhões de Infantaria, passa passa a dispor de subunidades de Artilharia, de Engenharia e de reconhecimento blindado. Em teoria, quase todos os militares da brigada, inclusive os das subunidades de apoio de combate, deviam ser paraquedistas. Na prática só os batalhões de Infantaria atingiram os quase 100% de membros paraquedistas.                                                                   
O CTAT acabou por ficar com as seguintes unidades territoriais: Comando e Estado-Maior, Companhia de Transmissões e Escola de Tropas Aerotransportadas em Tancos, Área Militar de S. Jacinto em S. Jacinto, Regimento de Infantaria Nº 15 em Tomar e Regimento de Infantaria Nº 3 em Beja. Além disso, ainda forneciam subunidades operacionais à BAI outras unidades territoriais como a Escola Prática de Engenharia, o Regimento de Artilharia Nº 5 e o Regimento de Cavalaria Nº 3.
Na década de 1990 e na década de 2000 o Comando de Tropas Aerotransportadas foi responsável pelo maior número de tropas portuguesas que serviram em missões internacionais. Destacam-se as operações na Bósnia, Kosovo, Timor Lorosae, Macedónia e Afeganistão.
Em 2006, no âmbito da reorganização do Exército Português, dá-se a extinção do Comando de Tropas Aerotransportadas. Pela primeira vez, desde 1975, deixa de haver um comando unificado responsável pelas Tropas Pára-quedistas de Portugal. Mantém-se como principais unidades paraquedistas a Escola de Tropas Paraquedistas, o Batalhão de Apoio Aeroterrestre e dois batalhões paraquedistas. Todas estas unidades dependem da Brigada de Reacção Rápida - resultante da transformação da antiga BAI - mas esta passa também a incorporar unidades não-paraquedistas, como as Tropas Comandos e as Tropas de Operações Especiais.
Em 1955 os paraquedistas foram pioneiros, no âmbito das Forças Armadas Portuguesas, no uso de dois itens especiais de fardamento: o Uniforme Camuflado e a Boina. Ao contrário das sugestões iniciais de adopção de uma boina de cor vermelha ou marron, seguindo o exemplo das tropas paraquedistas até aí existentes em outros países, o ministro da defesa de então, Santos Costa decidiu adoptar a cor verde. Segundo consta a cor verde era a da tinta da caneta que o mesmo usava para assinar os seus decretos. Desde essa altura até à actualidade, o principal símbolo dos paraquedistas portugueses é a Boina de cor Verde Claro (chamada Verde Caçador Paraquedista). Por essa razão, os paraquedistas portugueses têm a alcunha de "Boinas Verdes

A NOSSA BOINA!


OS MANDAMENTOS DE UM PÁRA-QUEDISTA:

1º O Pára-quedista é um soldado de elite. Procura o combate e treina-se para suportar toda a dureza. Para ele a luta é a plena manifestação de si próprio.

2º O Pára-quedista cultiva a verdadeira camaradagem. Só com a ajuda dos seus Camaradas consegue vencer, e é junto deles, e por eles, que morre.

3º O Pára-quedista sabe o que diz e não fala demasiado. A indiscrição causa, normalmente, a morte.

4º O Pára-quedista é calmo, prudente, forte e resoluto. O seu valor e entusiasmo dão-lhe o espírito ofensivo que o arrastará no combate.

5º O Pára-quedista sabe que as munições constituem o que de mais precioso tem frente ao inimigo. Os que atiram inutilmente, só para se tranquilizarem, nada valem, são fracos e não merecem o nome de Pára-quedistas.

6º O Pára-quedista não se rende. Vencer ou morrer constitui para ele ponto de honra.

7º O Pára-quedista sabe que só triunfará quando as suas armas estiverem em bom estado. Por isso, obedece ao lema: "Primeiro cuidar das armas, só depois dele próprio".

8º O Pára-quedista conhece a missão e a finalidade de todas as suas operações. Se o seu comandante for morto, poderá, ele sozinho, cumprir a sua missão.

9º O Pára-quedista combate o inimigo com lealdade e nobreza. Mas não tem piedade dos que, não ousando lutar do mesmo modo, se dissimulam no anonimato.

10º O Pára-quedista tem os olhos bem abertos e sabe utilizar ao máximo todos os seus recursos. Ágil como a gazela, duro como o aço, quando necessário, actua no limite das suas capacidades. Nada há que lhe seja impossível.

 SOGA(Saltador operacional de grande altitude)

UNIDADES PÁRA-QUEDISTAS QUE DEPENDEM DA BRIGDA DE REACÇÃO RÁPIDA:
Escola de Tropas Paraquedistas, em Tancos;

Batalhão de Apoio Aeroterrestre, aquartelado na ETP em Tancos;

1º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, aquartelado no Regimento de Infantaria Nº 15, em Tomar;

2º Batalhão de Infantaria Pára-quedista, aquartelado no Regimento de Infantaria Nº 10, em São Jacinto;

Esquadrão de Reconhecimento da BRR ("Dragões Pára-quedistas"), aquartelado no Regimento de Cavalaria Nº 3, em Estremoz;

Pelotão de Polícia do Exército da BRR, aquartelado no Comando da BRR em Tancos
 
PÁRA-QUEDISTA PORTUGUES EM MISSÃO NO SUL DO AFEGANISTÃO
OPERAÇIONAIS PQs NO SUL DO AFEGANISTÃO 07/08
 
 
ALGUMAS ARMAS UTILIZADAS PELOS BOINAS VERDES PORTUGUESES